"Minha poesia é cheia de imperfeições. Se eu fosse crítico, apontaria muitos defeitos. Não vou apontar. Deixo para os outros. Minha obra é pública."
Carlos Drummond de Andrade
Vivemos sobre a pobreza de nossa ignorância Fazendo café pro's bebês e mingau pro's bacanas E toda a futilidade está se alimentando de nossa fragilidade Coisas fúteis que não sei de onde vem Coisas boas não aparecem também.
Nenhum comentário:
Postar um comentário